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Programa Lutadoras leva aulas gratuitas de Muay Thai e defesa pessoal ao CRAS CPA

Socos, joelhadasPrograma Lutadoras leva aulas gratuitas de Muay Thai e defesa pessoal ao CRAS CPA

Socos, joelhadas, cotoveladas e movimentos de esquiva fazem parte das aulas de Muay Thai oferecidas gratuitamente pelo Programa Lutadoras, da Prefeitura de Cuiabá, no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) CPA. A modalidade é praticada por mulheres às segundas e quartas-feiras, das 17h às 18h20, com foco no aprendizado de técnicas de defesa pessoal.

Segundo o professor Lázaro Júnior, responsável pelas aulas, o Muay Thai é uma arte marcial que utiliza oito armas: duas mãos, dois joelhos, dois cotovelos e duas canelas. No programa, porém, o treinamento é direcionado à proteção e à evasão de situações de risco. “Trabalhamos técnicas em que buscamos apenas nos defender da agressão e nos evadir do local. Não trabalhamos para que as meninas continuem a agressão. A ideia é impedir que a situação prossiga e conseguir sair do lugar”, explicou.

A proposta tem sido incorporada à rotina das participantes como uma forma de desenvolver não apenas habilidades de defesa, mas também condicionamento físico, confiança e bem-estar emocional.

Para a moradora do Novo Paraíso, Jhenyffer Almeida, que participa das aulas desde o início do projeto, aprender diferentes técnicas de defesa é fundamental para a segurança das mulheres. “Estou aprendendo e gostando muito. O professor sempre ensina como se autodefender, não a ir para cima do agressor, mas a se defender, procurar um meio de sair e correr”, relata.

Aos 18 anos, Valéria Aquino, moradora do Três Barras, decidiu participar pela vontade de aprender a se defender. Segundo ela, as aulas têm contribuído para mudanças que vão além do aspecto físico. “Eu sempre tive vontade de aprender a me defender, não só por querer aprender, mas também por necessidade. Hoje as mulheres precisam, é muito importante aprender a se defender e ter esse autocuidado por segurança”, afirma.

Moradora do Sol Nascente, Fabrícia Beatriz participa do programa desde o início e considera a modalidade uma oportunidade para as mulheres desenvolverem técnicas de autodefesa e cuidarem de si. “Estou aprendendo a me defender e melhorando meu condicionamento físico. Além de nos cuidar, ganhamos mais confiança”, afirma.

A secretária municipal da Mulher, tenente-coronel Hadassah Suzannah, destaca que a proposta é levar atividades próximas da realidade das mulheres e ampliar o alcance da rede de proteção. “Nosso objetivo é fazer com que a mulher que está às vezes mais afastada, que não tem condições de vir até o centro, encontre próximo à casa dela um projeto que é completo. Não é apenas uma atividade física e consciência corporal, mas também o bem-estar emocional e o fortalecimento da rede de proteção”, afirmou Hadassah.

Executado pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal da Mulher, com apoio do Núcleo da Primeira-Dama, o Programa Lutadoras conta com 32 turmas, distribuídas em 17 polos nas regiões Sul, Norte, Leste e Oeste da capital., cotoveladas e movimentos de esquiva fazem parte das aulas de Muay Thai oferecidas gratuitamente pelo Programa Lutadoras, da Prefeitura de Cuiabá, no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) CPA. A modalidade é praticada por mulheres às segundas e quartas-feiras, das 17h às 18h20, com foco no aprendizado de técnicas de defesa pessoal.

Segundo o professor Lázaro Júnior, responsável pelas aulas, o Muay Thai é uma arte marcial que utiliza oito armas: duas mãos, dois joelhos, dois cotovelos e duas canelas. No programa, porém, o treinamento é direcionado à proteção e à evasão de situações de risco. “Trabalhamos técnicas em que buscamos apenas nos defender da agressão e nos evadir do local. Não trabalhamos para que as meninas continuem a agressão. A ideia é impedir que a situação prossiga e conseguir sair do lugar”, explicou.

A proposta tem sido incorporada à rotina das participantes como uma forma de desenvolver não apenas habilidades de defesa, mas também condicionamento físico, confiança e bem-estar emocional.

Para a moradora do Novo Paraíso, Jhenyffer Almeida, que participa das aulas desde o início do projeto, aprender diferentes técnicas de defesa é fundamental para a segurança das mulheres. “Estou aprendendo e gostando muito. O professor sempre ensina como se autodefender, não a ir para cima do agressor, mas a se defender, procurar um meio de sair e correr”, relata.

Aos 18 anos, Valéria Aquino, moradora do Três Barras, decidiu participar pela vontade de aprender a se defender. Segundo ela, as aulas têm contribuído para mudanças que vão além do aspecto físico. “Eu sempre tive vontade de aprender a me defender, não só por querer aprender, mas também por necessidade. Hoje as mulheres precisam, é muito importante aprender a se defender e ter esse autocuidado por segurança”, afirma.

Moradora do Sol Nascente, Fabrícia Beatriz participa do programa desde o início e considera a modalidade uma oportunidade para as mulheres desenvolverem técnicas de autodefesa e cuidarem de si. “Estou aprendendo a me defender e melhorando meu condicionamento físico. Além de nos cuidar, ganhamos mais confiança”, afirma.

A secretária municipal da Mulher, tenente-coronel Hadassah Suzannah, destaca que a proposta é levar atividades próximas da realidade das mulheres e ampliar o alcance da rede de proteção. “Nosso objetivo é fazer com que a mulher que está às vezes mais afastada, que não tem condições de vir até o centro, encontre próximo à casa dela um projeto que é completo. Não é apenas uma atividade física e consciência corporal, mas também o bem-estar emocional e o fortalecimento da rede de proteção”, afirmou Hadassah.

Executado pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal da Mulher, com apoio do Núcleo da Primeira-Dama, o Programa Lutadoras conta com 32 turmas, distribuídas em 17 polos nas regiões Sul, Norte, Leste e Oeste da capital.

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