Maduro expulsa escritório da ONU de Direitos Humanos em meio a controvérsias políticas

Governo venezuelano expulsa funcionários da ONU após críticas à prisão de ativista, alegando parcialidade e interferência estrangeira

A Venezuela decidiu suspender as operações do escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos e ordenou a saída de seus funcionários em 72 horas.

O ministro das Relações Exteriores, Yvan Gil, justificou a medida, alegando que o escritório se tornou parcial e serviu aos interesses de grupos opositores, após expressar preocupações sobre a prisão da ativista Rocío San Miguel.

O escritório foi estabelecido em 2019 durante o mandato de Michelle Bachelet, ex-presidente do Chile, e tem buscado promover direitos humanos na Venezuela, apesar de desafios e restrições impostas pelo governo.

Durante sua atuação, o escritório se reuniu com diversos setores da sociedade civil e autoridades do governo, tratando denúncias sobre execuções extrajudiciais e pedindo a libertação de pessoas detidas de forma arbitrária. No entanto, enfrentou restrições para acessar alguns centros de detenção do país.

A prisão de Rocío San Miguel e de outros associados gerou controvérsia, com acusações de traição e conspiração contra o presidente Nicolás Maduro.

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