Padre de Osasco enfrenta investigação da PF por suposto envolvimento em atividades “golpistas”

Após ter celular e computador apreendidos, Padre José Eduardo de Oliveira e Silva solicita contribuições financeiras através do Pix para substituir os equipamentos roubados pela Polícia Federal

Padre José Eduardo de Oliveira e Silva, da diocese de Osasco, na região metropolitana de São Paulo, foi um dos alvos de uma operação da Polícia Federal contra atos golpistas.

Segundo as investigações, ele fazia parte do núcleo jurídico de um esquema que supostamente planejava um golpe de Estado. O padre teve seu celular, computador e passaporte apreendidos pela PF, mas se recusou a fornecer as senhas dos dispositivos, alegando sigilo sacerdotal.

Em uma transmissão ao vivo em seu canal do YouTube, ele explicou sua decisão, afirmando: “Entreguei meus equipamentos sem a senha. Não posso expor meus fiéis e as pessoas que me procuram”.

O padre também solicitou doações via Pix para adquirir novos equipamentos eletrônicos, e, ao negar qualquer envolvimento em atividades golpistas, destacou: “Minha consciência está tranquila. Sempre me ocupei apenas com meus deveres sacerdotais, todos os meus posicionamentos em demais questões são muito tranquilos. Não sou uma pessoa que gosta de polêmica. Sempre estou dentro da minha posição sacerdotal”.

Apesar das acusações, o padre reiterou seu respeito à Constituição Federal e sua missão como conselheiro espiritual. A diocese de Osasco afirmou que aguardará a conclusão do caso e se colocará ao lado da justiça.

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