Cortando gastos: Javier Milei vai demitir 7 mil funcionários não essenciais do Governo

Como prometido em toda sua campanha eleitoral, Javier Milei vem tomando medidas para "enxugar" a máquina pública

O governo argentino emitiu um decreto visando reduzir o quadro de pessoal do Estado. Contratos assinados há menos de um ano e com término em 31 de dezembro não serão renovados, impactando cerca de 7 mil funcionários.

Uma auditoria nos próximos 90 dias avaliará as estruturas governamentais para determinar quais cargos serão mantidos, provocando reação do sindicato dos servidores com ameaça de paralisação.

Estão excluídos da demissão grupos como aqueles com cotas regulamentadas por lei, pessoas trans ou com deficiência, além de funcionários essenciais para o funcionamento dos órgãos.

O decreto também limita a renovação de contratos anteriores a 1º de janeiro a um máximo de 90 dias, exigindo justificativas para prorrogações. Essas medidas seguem a apresentação do “megadecreto” pelo presidente Javier Milei, que revogou mais de 300 leis para desregulamentar a economia.

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