Crime Organizado adverte contra ataques em residências durante crise de enchentes no sul do RS

Facção criminosa ameaça com 'consequências imediatas' para infratores devido a onda de roubos a casas abandonadas durante enchentes

A ameaça do crime organizado ecoou nas ruas de Pelotas, a maior cidade da Metade Sul do Rio Grande do Sul, onde a população enfrenta uma crise de enchentes. Em um comunicado postado na antiga plataforma Twitter, atribuído ao grupo Dos Tauras, uma facção criminosa local, foi feito um aviso enfático: “Queremos deixar claro que essas casas foram abandonadas devido às enchentes e qualquer ato de chinelagem será punido com consequências imediatas”. A mensagem, datada da última terça-feira, destacou a necessidade de respeitar a situação de vulnerabilidade da população afetada.

Não se sabe ao certo quais punições estão reservadas para os infratores, mas a severidade da advertência reflete a seriedade com que a facção encara a proteção das áreas afetadas. Com a representação do Diabo da Tasmânia, símbolo da facção, o comunicado reitera a proibição de comportamentos oportunistas em um momento de crise. Além disso, a facção reafirmou sua disposição de ajudar aqueles em necessidade durante esse período desafiador.

A facção Dos Tauras, identificada como a principal influência em uma ampla área que abrange 25 municípios, é conhecida por seu estatuto que prega respeito, humildade, mas também impõe hierarquia e disciplina. O aumento da criminalidade durante as enchentes levou as autoridades estaduais a intensificarem os esforços de segurança, com a promessa do secretário de Segurança, Sérgio Caron, de capturar os responsáveis por saques e outros crimes.

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