Criminoso em ‘saidinha’ de Natal que matou PM tinha 18 passagens pela polícia

O PM morto tinha 29 anos e uma filha de 5 meses, durante coletiva, Layla Brunnela, major e porta-voz da PM fez críticas ao sistema que permite a reincidencia de crimes

Histórico criminal extenso, mandado de prisão e críticas da PM revelam falhas no sistema penitenciário e levantam questões sobre a concessão de benefícios a delinquentes.

O delinquente que atacou um sargento da Polícia Militar em Minas Gerais desfrutou da ‘saidinha’ de Natal enquanto estava recluso em uma penitenciária. Ele deveria ter retornado à prisão em 23 de dezembro, mas ao não cumprir essa exigência, tornou-se alvo de busca pela polícia, que emitiu um novo mandado de prisão.

Com um extenso histórico criminal que inclui 18 passagens, como roubo, tráfico de drogas, falsidade ideológica e ameaças, o criminoso de 25 anos foi duramente criticado pela major Layla Brunnela, porta-voz da PM. Ela ressaltou a preocupação com a sociedade e cidadãos de bem, argumentando que a concessão de benefícios a criminosos representa um risco evitável e enfatizando a necessidade de questionar tal prática.

A major alertou para as potenciais consequências futuras, salientando que não se pode aceitar passivamente a normalização desse tipo de risco, especialmente quando evitável, como era o caso.

A major, bastante emocionada, destacou durante a coletiva que o sargento Dias não era apenas um policial, mas também um pai de família. Ela ressaltou a importância de compreender que, quando um policial militar é atingido, não se trata apenas de uma pessoa, mas de todos os colegas que são afetados. O sargento, aos 29 anos, é também pai de uma menininha de apenas cinco meses.

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