Delação aponta Domingos Brazão como mandante no assassinato de Marielle Franco

Ex-deputado e atual conselheiro do TCR-RJ é acusado por Ronnie Lessa como mandante do crime, aprofundando escândalos em sua carreira política

Domingos Brazão, ex-vereador e atual conselheiro do TCR-RJ, enfrenta alegações mais recentes, sendo delatado por Ronnie Lessa, acusado do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes, como um dos mandantes do crime. O Intercept Brasil divulgou a informação nesta terça-feira (23), citando fontes ligadas à investigação. Essa acusação se soma a anteriores menções de seu nome nas investigações, incluindo depoimentos de Ferreirinha, que apontou Marcello Siciliano e o miliciano Orlando Curicica como mandantes.

Ao longo de sua carreira política, que abrangeu cinco mandatos consecutivos como deputado estadual, Brazão, de 58 anos, acumulou polêmicas, processos e suspeitas que vão desde corrupção até homicídio, conforme noticiado pelo jornal O Globo. Mesmo afastado em 2017, durante a Operação Quinto do Ouro, ele retornou ao TCE-RJ após decisão da 13ª Câmara de Direito Privado no ano passado.

Apesar das alegações e da recente delação, Brazão nega envolvimento no crime. Seu advogado, Márcio Palma, revelou não ter sido informado sobre a delação, destacando que buscou acesso aos autos, mas foi negado, alegando que Brazão não estava sob investigação. O conselheiro permanece sob o escrutínio público, mantendo sua posição de inocência diante das acusações.

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