Fim da legítima defesa? Registro de armas atingem menor número em 20 anos no Governo Lula

Num país com alta criminalidade, a população enfrenta maior dificuldade para acessar recursos de defesa pessoal

Em 2023, o Brasil registrou o menor número de novas armas de fogo para civis em uma década, com 20.822 cadastros, marcando uma redução de mais de 80% em relação aos anos anteriores (114 mil em 2022, 165 mil em 2021 e 131 mil em 2020).

Essa queda, supervisionada pela Polícia Federal por meio do Sistema Nacional de Armas (Sinarm), superou apenas os números de 2004 na série histórica. Cabe ressaltar que os dados da PF excluem as estatísticas de caçadores, atiradores e colecionadores (CACs), os quais registraram recordes durante a gestão de Jair Bolsonaro.

Em julho de 2023, o governo Lula emitiu um decreto que restringiu a aquisição de armas e munições para defesa pessoal, restabelecendo a necessidade comprovada para compra. Esse ajuste contrasta com a política anterior, na qual civis podiam adquirir até quatro armas sem a obrigação de justificar a necessidade, durante o governo Bolsonaro.

A redução de registros em 2023 reflete a estratégia do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em restringir a circulação de armas entre os cidadãos comuns, revertendo decisões anteriores que facilitavam a aquisição por parte da população civil.

Uma resposta

  1. Porém eu vejo as .380 e outros calibres esgotando nos estoques das lojas. Será que agora que novos CRs estão sendo emitidos
    , teremos um aumento? Claro, nada como era no antigo governo, mas será que podemos ter esperança de uma melhora, mesmo que pequena, no curto prazo?

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