“Ninguém tirou mais proveito da morte de Marielle do que o PSol”, afirma Brazão

Domingos Brazão destaca vitimização do partido, ironiza recorrência de seu nome em notícias e critica falta de acesso aos inquéritos após quase seis anos do assassinato

Em uma entrevista ao Metrópoles nesta terça-feira (23), Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio (TCE-RJ), fez declarações controversas sobre o impacto da morte da vereadora Marielle Franco no cenário político. Brazão afirmou que o Partido Socialismo e Liberdade (PSol), ao qual Marielle pertencia, teria obtido benefícios eleitorais a partir da tragédia. Segundo ele, a vitimização teria se transformado em capital político para o partido, ressaltando que o PSol, em sua visão, não se destaca por realizar obras práticas.

O conselheiro foi mais além ao ironizar o fato de seu nome ser repetidamente citado nas notícias em relação ao caso. Brazão, que foi mencionado em uma delação como possível mandante do assassinato de Marielle, questionou a aparente proteção das autoridades em meio às alegações.

Ele destacou a série de prisões recentes de milicianos no Rio de Janeiro e expressou incredulidade diante da ausência de qualquer envolvimento seu. Além disso, Brazão criticou a escassez de acesso aos autos dos inquéritos ao longo dos quase seis anos desde o ocorrido, levantando dúvidas sobre as intenções das autoridades.

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