Queimadas na Amazônia atingem níveis recordes que não batiam desde 2003

Impactos crescentes das emissões de carbono na região e além dela, em meio ao silêncio de Lula e Marina Silva

As queimadas na Amazônia atingiram níveis sem precedentes em fevereiro, os mais altos desde 2003, de acordo com o Copernicus, observatório europeu de clima e atmosfera. Emissões de carbono decorrentes desses incêndios ultrapassaram 4,1 megatoneladas até o dia 27 deste mês, marcando um aumento alarmante em comparação com anos anteriores.

Marina Silva, ministra do Meio Ambiente, ainda não se pronunciou sobre esse aumento significativo. O aumento dos incêndios é evidente, com um aumento de 83% em janeiro e 105% em fevereiro em comparação com o mesmo período do ano anterior, de acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

Roraima lidera esses incidentes, respondendo por quase metade de todos os incêndios no Brasil em fevereiro. As consequências são visíveis, com cidades como Boa Vista cobertas pela fumaça e o governo de Roraima declarando estado de emergência em nove municípios.

Além disso, a Venezuela e a Bolívia também enfrentam recordes de emissões de carbono, destacando a gravidade da situação na América do Sul tropical.

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